CONTRAPÉ | FABIANA MURER É PRATA NOS JOGOS PAN-AMERICANOS DE TORONTO

Fabiana Murer - Salto com Vara

CONTRAPÉ | FABIANA MURER É PRATA NOS JOGOS PAN-AMERICANOS DE TORONTO

23 de julho de 2015

Saltadora campeã mundial do Clube de Atletismo BM&FBOVESPA igualou sua melhor marca do ano (4,80 m) em disputa que definiu como prévia do Mundial de Pequim, que será disputado em agosto.

São Caetano do Sul – Fabiana Murer, do Clube de Atletismo BM&FBOVESPA, igualou sua melhor marca na temporada (4,80 m) e conquistou a prata no salto com vara, terceira medalha da carreira em Jogos Pan-Americanos, nesta quinta-feira (23/7/2015), no estádio da York University, em Toronto.

Fabiana, ouro no Rio/2007 e prata em Guadalajara/2011, estava preparada para uma prova muito forte e disputada. E, conforme o previsto, o pódio foi formado pelas principais atletas da competição. Fabiana brigou até o fim com a cubana Yarisley Silva, que saltou 4,85 m, conquistou o ouro e se tornou líder do ranking mundial. A americana Jennifer Suhr, campeã olímpica em Londres/2012, foi bronze com 4,60 m. “Foi uma prévia do Mundial”, disse Fabiana, sobre o torneio que será realizado em Pequim, na China, de 22 a 30 de agosto.

Fabiana e Yarisley disputaram a prova salto a salto. As duas passaram pelo sarrafo a 4,50 m, 4,60 m e 4,70 m na primeira tentativa. Com a marca a 4,75 m, a cubana passou na segunda chance. Fabiana, que já havia errado dois saltos, foi ousada: em sua última chance, pediu para que o sarrafo fosse a 4,80 m. A estratégia mostrou a confiança da brasileira, que superou a marca e continuou na prova. Yarisley também saltou os 4,80 m, e a decisão foi para 4,85 m. Fabiana fez boas tentativas, mas não superou o sarrafo. A cubana, raspando, passou na última chance.

“Foi uma prova muito forte, como eu já tinha falado. Eu acreditava mesmo que teria que saltar 4,85 m para ganhar a prova e foi isso o que aconteceu. Quando eu saltei 4,75 m, errei duas vezes e ela passou, então não adiantava eu passar, porque continuaria em segundo. Fui para 4,80 m.”

Sobre mudar a altura do sarrafo na última chance que tinha para saltar, Fabiana disse que essa é uma questão estratégica. “Ao longo dos anos, fui ganhando experiência. Naquele momento da competição era melhor poupar energia, porque eu já estava começando a me sentir um pouco cansada, e acabou dando certo. Eu sabia que tinha condições de saltar 4,80 m.”

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