Frases e Declarações

Fabiana Murer - Salto com Vara

Frases e Declarações

9 de maio de 2016

“Um ano para ganhar confiança”

“2014 foi um ano bem importante para me dar confiança, mostrar que posso saltar alto. Estava me divertindo mais treinando, bem tranquila, bem concentrada na minha técnica, tentando melhorar sem grandes mudanças na parte técnica.”

“Estou mais velha, mas muito melhor psicologicamente, mais experiente. Os treinos estão sendo bem pensados, vai ser importante escutar o corpo para chegar bem a 2016.”

Fabiana Murer, 17 de setembro de 2014, em entrevista coletiva na volta ao Brasil com o bicampeonato da Diamond League

 

“Estou super feliz com o bicampeonato”

“Estou super feliz por ter ganhado a Diamond League mais uma vez. A prova foi dura, mas eu estava muito concentrada e fiz bons saltos. Quase passei 4,82 m, faltou muito pouco.”

Fabiana Murer, 28 de agosto de 2014, após a conquista do bicampeonato da Diamond League, na etapa de Zurique, com 4,72 m

 

“Aqui a competição pedia vitória”

“Foi uma conquista muito difícil mesmo, porque a Fabiana foi mal em Birmingham, chegou a Zurique precisando vencer e ganhou de forma muito limpa, passando sempre de primeira. Poderia até mesmo ter saltado 4,82 m porque fez boas tentativas. Mas aqui a competição pedia vitória. E foi isso que aconteceu.”

Elson Miranda, 28 de agosto de 2014, após Fabiana Murer conquistar o bicampeonato da Diamond League

 

“Venci e assumi a liderança do ranking”

“Estou contente demais. Eu não saltava 4,80 m desde o Mundial de Daegu, em 2011. Foi uma prova ótima para mim, venci e assumi a liderança do ranking mundial numa disputa forte da Diamond League.”

Fabiana Murer, 14 de junho de 2014, após a vitória na etapa de Nova York da Diamond League, com a melhor marca do mundo no ano

 

“Este foi o ano da recuperação”

“Estou feliz por terminar tão bem a temporada. Dá motivação para continuar treinando e crescendo até 2016. Este ano foi o ano da recuperação. Parei a temporada indoor para me recuperar da lesão no tendão de Aquiles, retomei as competições e fui crescendo ao longo do ano.”

Fabiana Murer, 29 de agosto de 2013, após a prova de encerramento da temporada internacional, com a prata (4,72 m) na etapa da Diamond League de Zurique

 

“Foi por muito pouco”

“Fiz tudo o que pude, mas, infelizmente, não foi suficiente para a medalha. Não passei por muito pouco. No primeiro salto, a vara estava muito fraca. No segundo, troquei de vara, pedi para trazerem o poste um pouco mais para a frente, mas também não consegui passar. No terceiro salto, tive um pequeno desequilíbrio. Se o sarrafo estivesse uns 5 cm mais perto de mim, eu teria passado”

Fabiana Murer, 13 de agosto de 2013, após a quinta colocação no Mundial de Moscou (4,65 m)

 

“Aos poucos, vou retomar minha melhor forma”

“Me senti bem fisicamente, apesar do frio. Saltei de calça e camiseta. Com o frio de 10 graus, a corrida não ficou tão solta quanto eu gostaria, mas saltei bem os 4,53 m. Foi minha primeira competição depois de superada a lesão, a primeira ao ar livre. Aos poucos, vou retomar minha melhor forma, me readaptar às competições e ganhar ritmo.”

Fabiana Murer, 25 de maio de 2013, na retomada das competições ao ar livre com a prata (4,53 m) na etapa de Nova York da Diamond League, após recuperação de lesão

 

“Nunca tive de parar por causa de lesão”

“Estava saltando em Donetsk, quando senti dores fortes. Nunca tive de parar uma sequência de competições por causa de uma lesão. Mas a temporada indoor é muito curta, com uma exigência maior do que em treinos, com uma competição muito perto da outra.”

Fabiana Murer, 13 de fevereiro de 2013, na volta ao Brasil para tratar de lesão no tendão de Aquiles da perna esquerda

“O salto é a minha vida”

“O salto é o que mais gosto de fazer, é a minha vida, faço isso há 15 anos. A parte mais gostosa do salto é quando eu passo o sarrafo e saio comemorando. O que passa na minha cabeça? Só consigo pensar no salto, nos detalhes que eu erro mais. Às vezes, consigo corrigir lá em cima, mas é muito rápido, não consigo pensar em nada.”

“Vou passar esses quatro anos até os Jogos do Rio treinando, competindo. Quero buscar resultados. Cada ano representa uma oportunidade para isso e não quero perder nenhuma oportunidade.”

Fabiana Murer, 22 de outubro de 2012, em entrevista ao Esporte Espetacular

 

“Fiz o máximo que pude”

“É lógico que eu queria fazer o terceiro salto, tanto que tentei duas vezes (4,55 m), mas não conseguia me deslocar, o vento me segurava. No meio da corrida, já sabia que não ia conseguir abaixar a vara para a decolagem, não tinha a velocidade necessária, não adiantava continuar. Se eu continuasse, teria passado reto pelo colchão, como outras atletas fizeram, e o salto também não sairia. Estava perigoso, eu poderia me machucar. Não ia adiantar fazer o último salto e sair machucada. Isso é esporte, são coisas que acontecem. Mas estou tranquila porque tentei o meu melhor, fiz o máximo que pude.”

Fabiana Murer, 13 de agosto de 2012, após não se qualificar para a final da Olimpíada de Londres

“Estou feliz por ser a primeira atleta brasileira a conseguir o ouro. O Brasil merecia”

“Estou muito feliz por ter a honra de ser a primeira atleta brasileira a conseguir. O Brasil é um País que merecia isso, que está tentando há muito tempo. Mas não há dúvidas de que temos sempre grandes atletas. Agora, as pessoas estão começando no Brasil a conhecer o salto com vara. Está crescendo, as crianças estão interessadas na prova.”

Fabiana Murer – SporTV
30 de agosto de 2011, após a conquista do título mundial no salto com vara

“Ela dá conselhos nos treinos”

“Ela dá muitos conselhos nos treinos, sobre a técnica e também sobre como fazer nas entrevistas”, conta Thiago, que tem apenas17 anos. “Ela é tranquila. Acha até engraçado quando não consigo fazer alguma coisa que ela já faz porque ela também já passou por isso. Ela diz para eu relaxar que ela também não conseguia fazer. É um incentivo treinar com a Fabiana.”

Thiago Braz – Marca Campeão – 4 de setembro de 2011
Trecho de entrevista de Thiago Braz, medalha de prata no salto com vara, na Olimpíada da Juventude, sobre Fabiana Murer

“Eu sabia que tinha de saltar bem, buscar os 4,80 m”

“Eu sabia que tinha de saltar bem, buscar os 4,80 m, e acabei conseguindo. Sabia que tinha de fazer uma boa técnica, estar determinada. Estava um pouco ansiosa, queria saltar logo, mas consegui realizar um bom salto e aconteceu. É só felicidade, eu tive um ano difícil, não foi como eu esperava no começo do ano, mas estava muito determinada para o Mundial. Acho que estava me poupando psicologicamente para o Mundial.”

Fabiana Murer – SporTV
30 de agosto de 2011, após a conquista do título mundial no salto com vara

“Se você quiser só um pouquinho não consegue”

“Ao longo dos anos, tudo o que eu passei, experiências ruins e boas, foram me ajudando. Sempre tive essa concentração. Em parte, pode ter vindo da ginástica artística, base da minha formação. O Elson e o Vitaly sempre me prepararam, desde o primeiro Mundial (Helsinque/2005), falando sobre o que eu encontraria – provas acontecendo ao mesmo tempo, estádio lotado… Mas acho que fundamental é querer muito, se você quiser só um pouquinho não consegue. Tem de trabalhar e acreditar.”

Fabiana Murer – 8 de setembro de 2011
Em entrevista coletiva, na volta de Daegu com o primeiro ouro do atletismo brasileiro em Mundiais ao ar livre

“Seja uma ilha”

“Eu sempre disse a ela: ’seja uma ilha’. Pensa no salto, na vara, no sarrafo, no seu trabalho. Poucas pessoas conseguem realizar um sonho de vida. Eu realizei o meu, de ser campeão mundial.”

Elson Miranda – 8 de setembro de 2011
Em entrevista coletiva, na volta do Mundial de Daegu

“Eles me diziam exatamente o que eu encontraria nas competições”

“O Elson me descobriu, me encaminhou para o salto com vara, me orientou. É muito exigente e acreditou que o salto com vara iria evoluir, que eu iria evoluir. Estava a fim de crescer, foi procurar o caminho. Aí vem o Vitaly… Nós crescemos juntos. Fomos aprender essa técnica do Vitaly, aprender como estar e o que fazer nas grandes competições. Eles me diziam exatamente o que eu encontraria. E eu sabia enfrentar, sabia vencer o técnico e o emocional. Os dois são muito, mas muito importantes, para esses meus resultados.”

Fabiana Murer – Dezembro de 2011
Em entrevista exclusiva, destaca a importância de seus treinadores, Elson Miranda – com quem se casou em 2010 – e o ucraniano Vitaly Petrov

“Sempre coloco brincos bem bonitos”

Vaidosa, não esconde de ninguém que prepara não só os músculos e a mente antes de cada competição. “Sempre coloco brincos bem bonitos, faço as unhas, passo um gel no cabelo para que não fique muito desgrenhado por causa do vento”, confessa.

Fabiana Murer – 29 de outubro a 29 de novembro de 2011
Trecho de matéria da revista 29 Horas

“Competi na ginástica, mas nunca ganhei nada”

“Competi na ginástica, mas nunca ganhei nada. Fiz aula de natação e quase morri de tédio. Depois, tentei o atletismo e conheci o salto com vara.”

Fabiana Murer – Dezembro de 2010
Destaque de matéria publicada pela revista Itaú Personnalité

“O próprio atleta cria a onda para surfar”

… Elson explica: “Fazer essa mudança é complicado. O atleta precisa ser jovem para ter tempo de adaptação e acreditar que isso vai dar certo. A Fabiana, e também o Fábio Gomes, de 23 anos, foram os desbravadores.”


A TV mostrou o salto com vara no Troféu Brasil. As tevês exibiram imagens do recorde de Isinbayeva (o de 5,00 m) em todo o País, o suficiente para que as pessoas começassem a se manifestar. “Eu mesmo passei a receber telefonemas dos meus alunos”, conta Elson, também personal trainer. “É uma prova radical, em que o próprio atleta cria a onda para surfar. Agrada aos espectadores.”

Jornal da Tarde – 7 de agosto de 2005
Trecho de matéria em que o técnico Elson Miranda explica que foi preciso quase dois anos para Fabiana se adaptar à técnica de Vitaly Petrov

Patrocinadores

© Copyright 2016 Fabiana Murer